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Por que o e-commerce é o futuro em 2021?

  • Por Josele Delazeri
  • 6 de janeiro de 2021
  • 0 Comentários
  • 218 Visualizações

e-commerce é o futuro

E-commerce é o futuro? Uma ótima pergunta

E-commerce é o futuro? Devo começar quando minha loja virtual? E-commerce é para mim? São as perguntas que recebemos diariamente por aqui.

Antecipadamente, nossos clientes e alunos, que estão iniciando no mercado digital nos fizeram essa pergunta. 

Por isso, separamos os 4 principais motivos do porquê o e-commerce é o futuro.

Na verdade, é o presente. Você precisa estar onde o seu cliente está. 

Antes de mais nada, empreendedor, você precisa vestir a camiseta do cliente.

Os seus hábitos enquanto consumidor são digitais, você pesquisa no google antes de fazer uma compra, o seu cliente também tem esse comportamento.

A princípio, ele, certamente, antes de realizar uma compra irá pesquisar no Google.

No entanto, um componente vital para o crescimento está ao alcance de todas as empresas – seus clientes.

Desde já, por melhor que seja o seu produto ou serviço, a verdade é que ninguém vai comprá-lo se não quiser ou acreditar que não precisa dele. 

E você não vai persuadir ninguém de que eles querem ou precisam comprar o que você está oferecendo, a menos que compreenda claramente o que seus clientes realmente desejam.

Bora então responder a pergunta por que o e-commerce é o futuro?

1) O comércio eletrônico permite que as empresas, pequenas e grandes, diversifiquem seus fluxos de receita de clientes. 

2) Conforme o tempo passa, continuaremos a ver os consumidores migrando para a compra online por uma questão de conveniência, preço e capacidade de pesquisar produtos em tempo real. 

3) Ter uma loja online elimina as restrições de horário comercial definido e permite que os consumidores comprem seus produtos e serviços 24 horas por dia, 7 dias por semana, 365 dias por ano. 

4) Uma plataforma de compras online reduz os obstáculos que os consumidores enfrentam ao visitar uma loja. 

Não há necessidade de se preocupar em se preparar ou fazer o trajeto no trânsito. 

Sobretudo, quando sua intenção de compra está presente, eles simplesmente abrem seus laptops ou telefones e partem.

Atenção!

O e-commerce é o futuro. A internet nos tornou consumidores digitais. 

Lembre-se, não importa o quão sofisticada a Internet se tornou, somos seres humanos normais tentando nos comunicar uns com os outros.

Ainda mais os consumidores já tem novos hábitos que iriam acontecer, de qualquer maneira, a pandemia apenas antecipou o que já seria uma realidade. 

O crescimento do e-commerce previsto para 5 anos, aconteceu em 5 meses.

Bem como, essas mudanças podem ser tomadas como um microcosmo do que se espera que seja uma realidade futura.

Acho até estranho quando alguém comenta: será que o e-commerce veio para ficar?

Será que o e-commerce veio para ficar?

Seja como for, o e-commerce já está acontecendo desde de 1994, Jef Bezzos da Amazon, pode nos explicar melhor. A Amazon é uma gigante porque viu essa realidade, antes dos anos 2000.

Magalu, a gigante brasileira, está há 65 anos no mercado, e se adaptou ao digital antes, e melhor do que qualquer varejista nacional.

Tanto que a Lu, é a primeira inteligência artificial influencer.

Com tudo que mencionamos, faz todo o sentido mudar para o e-commerce. 

Em outras palavras, o século 21 é uma era digital de comunicação e conexão, com mais pessoas do que nunca online. 

Ele permite que as empresas se conectem com os clientes em uma escala muito maior, além de fornecer produtos com uma conveniência incomparável para o consumidor.

Os grandes players tem que ser uma referência para nós, mas temos que buscar ser a cada dia, a nossa melhor versão.

Agora contra fatos não há argumentos, certo?

Faturamento do e-commerce brasileiro bate a marca de R$ 41,92 bilhões (ABComm).

Então, o e-commerce é o futuro, e na verdade, já é o presente.

Não podemos esquecer do mobile

Atualmente, dois terços dos consumidores conectados acessam a internet em seus dispositivos móveis diariamente.

Embora os consumidores conectados usem principalmente seus smartphones para ficar online ou se comunicar com outras pessoas. 

Ao passo que, eles estão cada vez mais usando esses dispositivos para atividades voltadas para o comércio. O Google já está nos ensinando com o seu algoritmo, mobile first.

Os consumidores analógicos preferiam obter ajuda de um humano o mais rápido possível. 

Os consumidores digitais esperam resolver o problema com suas próprias mãos, geralmente com uma tela sensível ao toque. 

Eles preferem o autoatendimento, mas, se necessário, esperam alcançar um ser humano com a mesma facilidade com que pesquisam na web.

Por isso, agora é a hora de apostar no comércio eletrônico. Sua influência futura será maior do que nunca.

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